Transformando um medicamento em uma lovebrand.
No mundo “pharma”, existe um padrão: problema/solução. Reasons-to-believe, atributos funcionais e proof-of-concepts dominam a comunicação. Funciona? Sim. Mas e quando esse padrão vira um dogma?
Foi desafiando esse dogma que Neosaldina deixou de ser apenas um medicamento e se tornou a “Neosa”.
Com um mergulho profundo nos hábitos e símbolos dos consumidores, criamos uma comunicação sensorial, otimista e emocional. O bordão “Chama a Neosa” nasceu para ser memorável, enquanto o “Smile” se tornou o espírito da marca, expresso em ações criativas.
O filme “Balões” é uma mostra disso.
E, acompanhando ele, uma ação digital inédita para a época convidava os consumidores a escreverem o que queriam mandar para bem longe: uma webcam mostrava, no hotsite, a sua dor-de-cabeça sendo impressa em tempo real e saindo voando em balões de gás hélio.
Hoje, você poderia chamar de “phygital”. Na época, era praticamente feitiçaria.
Com isso, Neosaldina ganhou share of heart, além de share of market. Foi uma marca que se diferenciou ao trazer leveza e diversão em um segmento dominado por seriedade. E isso, claro, porque deixou de olhar para si própria e passou a olhar para os consumidores – e conversar com eles.